terça-feira, 9 de março de 2010
P(H)LUVIAL
Mais um vídeo da aventura p(h)luvial de Hugo Richard e Japa. Esse da sobrevivente Silvia Leal. Obrigado Silvia!
domingo, 7 de março de 2010
2 anos
A noite teve direito a performance aquática com Hugo Richard e muita festa!
Postamos aqui algumas imagens. Veja o vídeo com a navegação em plena Av. Gomes Freire em www.youtube.com/watch?v=FsLBSmfINk4.
Muito obrigado a todos os sobreviventes, companheiros de confinamento!
sexta-feira, 5 de março de 2010
2 anos

O Barracão Maravilha dá início às atividades de 2010 no próximo sábado, 06 de março, com a comemoração aos seus 2 anos. Neste dia teremos uma mostra coletiva com os artistas da casa, Hugo Richard, Natali Tubenchlak, Robson e Zé Carlos Garcia, que apresentam um panorama de sua produção nos últimos meses.
2 anos
Barracão Maravilha arte contemporânea
Av. Gomes Freire, 242 - sobrado - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Dia 06 de março de 2010 das 18h às 22h
Entrada gratuita
Artistas participantes:
Hugo Richard, Natali Tubenchlak, Robson e Zé Carlos Garcia.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
ECO, RITMO, ACASO: Zé Carlos em coletiva na Durex
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Robson e Natali no SESC Arte 24h
domingo, 11 de outubro de 2009
Karnevalismus em Berlim
O Barracão Maravilha convida:

O Barracão Maravilha realiza a exposição "Karnevalismus", com os artistas Zé Carlos Garcia e Robson.
A exposição abre nesta terça-feira, às 18h e fica até 05 de novembro na Immanuelkirchstraβe 6, Prenzlauer Berg, 10405, Berlin, Alemanha.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Por um lugar para viver
Barracão Maravilha
convida:

Por um lugar para viver – exposição fotográfica
Abertura dia 03 de outubro de 2009 às 17h
Visitação de 04 de outubro a 01 de novembro (somente sob agendamento)
Entrada gratuita
Artistas participantes:
Antonio Ferreira, Bruno Girão, Cleber Geriaco, Julio Andrade, Mariana Pacheco, Paula Giolito, Pedro Victor Brandão, Thiago Côrtes e Viviane Rodriguez.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Exposição no Hélio Oiticica
Nas postagens abaixo segue um breve resumo da exposição que o Barracão Maravilha montou no Centro de Arte Hélio Oiticica.
Ecos de Hélio está dividida em duas partes, no piso térreo, os artistas Adeildo Roriz, Anita Sobar, Cadu D'Oliveira, Kristofer Paetau, Nobuyuki Ogata e Túlio Bambino, convidados e com curadoria do Barracão.
No segundo pavimento os artistas da casa Hugo Richard, Natali Tubenchlak, Robson e Zé Carlos Garcia.
Falta ainda postar os vídeos de Kristofer, de Nobu e de Túlio, o que faremos o mais breve possível.
A exposição fica até o dia 20 de dezembro. Vale à pena conferir!
O Centro de Arte Hélio Oiticica fica na Rua Luís de Camões, 68, RJ.
As fotos publicadas são de autoria de Hugo Richard e de Diego Rosa, obrigado a eles!
Barracão Maravilha Convida
Quando decidimos seguir uma agenda regular de exposições no Barracão convidar outros artistas nos pareceu o caminho mais interessante. Juntamos artistas da casa com artistas convidados em exposições planejadas coletivamente. Assim, o conceito simples de Barracão Maravilha Convida passou a representar muito das intenções de aproximação entre público e artistas que desejamos provocar, apresentando artistas com trajetórias muito jovens, ou com experiências em diferentes áreas do universo artístico. O resultado é a convivência constante com novas idéias e conceitos sobre a arte na atualidade, uma melhor compreensão das estratégias de profissionalização das atividades artísticas, a aproximação com outras instituições, etc.
Para esta exposição, inúmeros artistas surgiram nas conversas como possibilidade. Quatro dos seis artistas convidamos com base nas experiências que tivemos juntos em exposições realizadas no Barracão Maravilha: Túlio Bambino, Adeildo Roriz, Kristofer Paetau e Cadu D’Oliveira. Os outros dois que completam o grupo, Anita Sobar e Nobuyuki Ogata (Nobu), participam nesta ocasião, pois mirávamos há algum tempo a colaboração em uma atividade com eles.
Três artistas do grupo utilizam o audiovisual como recurso inerente ao trabalho – Túlio, Kristofer e Nobu. O vídeo é um fetiche para nós (do Barracão Maravilha). Pelo encantamento que é capaz de provocar, pela difusão ultramassiva no imaginário coletivo, pelas diferentes possibilidades técnicas à disposição atualmente... Os três artistas têm origens profissionais muito distintas, e nisso baseamos a maior parte da nossa escolha para convidá-los, além da qualidade das suas obras. Túlio e Nobu realizam trabalhos nas áreas de cinema e design, respectivamente, flertando eventualmente com o circuito de obras de arte realizadas com exclusividade para galerias e museus, que é onde (e para onde) Kristofer pensa e cria suas obras.
De outro modo, e utilizando outros meios, completam o conjunto da exposição a artista Anita e os artistas Cadu e Adeildo. Em suas obras podemos observar o resultado da artesania no processo de elaboração, da apropriação de imagens e objetos extraídos da publicidade excessiva da rua, dos circuitos de consumo de informação e lazer baratos, do seu redesenho e ressignificação, evidenciando as contradições desses circuitos e as impossibilidades imediatas de interagir com eles.
Há algo de concreto e aparentemente bruto nos meios utilizados por esses artistas – Anita, Cadu e Adeildo. Em contradição, há o objeto industrial e tecnologicamente perfeito que os meios audiovisuais, geralmente, têm como característica técnica representar. Talvez pela aparência imaterial da sua qualidade luminosa. Eis então uma grande oportunidade de ver o resultado dessa fusão.
A convite do Centro de Arte Hélio Oiticica, temos a oportunidade de apresentar o Barracão Maravilha Convida com dimensões de tempo e produção maiores, permitindo uma infinidade de novas relações de idéias, de prazer contemplativo, de delírio, ironia e lucidez, possíveis de se estabelecer a partir e através das obras desses artistas que generosamente aceitaram o convite do Barracão Maravilha e do Centro de Arte Hélio Oiticica.
Muito agradecido a todos!
Barracão Maravilha
Barracão Maravilha
A arte de hoje, que acontece na rua, na vida, no mundo “pós-crise-dos-valores”, “pós-utópico”, “pós-moderno”, “pós-tudo”, pode ser vivida e agenciada por indivíduos que buscam reunir, entrecruzar, trocar, confrontar, almejando à construção de um comum, de um compartilhado, que nada mais é que uma das acepções para o termo “estética”. Nesse caso, a “estética” é compreendida como um regime específico de identificação e de pensamento das artes – como um modo de articulação entre as maneiras de fazer, as formas de visibilidade dessas maneiras de fazer e os modos de pensar de suas relações¹.
Esse modo de conceber a arte, a partir da perspectiva estética, serve de impulso para artistas como Hugo Richard, Natali Tubenchlak, Robson e Zé Carlos Garcia, integrantes e criadores do Barracão Maravilha, espaço que funciona desde 2008 como ateliê aberto, lugar de exibição, de elaboração, de apresentação e de discussão envolvendo o cenário contemporâneo das artes visuais.
De fato, a escolha de uma metodologia de trabalho que segue o perfil de barracão de escola de samba – local de reunião para a produção de um evento espetacular –, remete a um campo de possibilidades do experimental. Aqui, na realização dos projetos, os artistas estão atentos aos elementos constituintes da cultura urbana, com a intenção de promover uma interlocução permanente com outros profissionais, oriundos de outras linguagens plásticas, tais que a moda, o design e a própria fabricação de adereços e alegorias carnavalescos.
Também integram as bases conceituais e plásticas dessas poéticas peças constituintes de uma “urbanidade tipicamente carioca”: os antiquários da região do Lavradio, as cores e o universo popular das ruas e do comércio do Saara, a vida noturna e boêmia da Lapa, as marcações murais de grafiteiros, além de outras marcações simbólicas, corporais, urbanas, sociais e históricas da cidade.
A dinâmica explosiva do Barracão Maravilha remete às palavras de Hélio Oiticica, quando, numa série de notas de março de 1972, intitulada “Experimentar o Experimental”, parafraseia Yoko Ono e afirma que a função do artista é “mudar o valor das coisas”. Mais adiante, no final desse mesmo documento, Hélio lança um alerta: “os fios soltos do experimental são energias soltas que brotam para um número aberto de possibilidades. No Brasil, há fios soltos num campo de possibilidades: por que não explorá-los?”.
Fabiana de Moraes
doutoranda em Tecnologias da comunicação e estéticas pela ECO/UFRJ
mestre em Ciências da Arte pela Université de Paris I- Panthéon-Sorbonne
¹Definição desenvolvida por Jacques Rancière.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Ecos de Hélio - dia 12 de setembro no Centro de Arte Hélio Oiticica
No próximo dia 12 de setembro, a partir das 16h, o Centro de Arte Hélio Oiticica abre novas exposições. E o Barracão Maravilha participa em duas frentes.
No segundo pavimento os artistas da casa - Natali Tubenchlak, Hugo Richard, Robson e Zé Carlos Garcia - e nas galerias do térreo, com curadoria do Barracão, os artistas convidados - Anita Sobar, Adeildo Roriz, Cadu D'Oliveira, Kristofer Paetau, Nobuyuki Ogata e Túlio Bambino.
E ainda tem no terceiro pavimento o esloveno Janez Jansa; os Jogos Objetos com "Os Dois Cia de Dança" e o lançamento do Núceo de Pensamento com Alex Varella.
Imperdível!


ECOS DE HÉLIO
Abertura: dia 12 de setembro de 2009 às 16h
Visitação: 13 de setembro a 20 de dezembro de 2009
Terça a sexta-feira das 11h às 18h
Sábado, domingo e feriado das 11h às 17h
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
Rua Luís de Camões, 68, Centro
Rio de Janeiro, RJ, CEP.: 20060-040
Tel.: (21) 2242-1012 | 2242-1213 | 2232-1401
Artistas participantes:
Adeildo Roriz, Anita Sobar, Cadu D’Oliveira, Kristofer Paetau, Hugo Richard, Natali Tubenchlak, Nobuyuki Ogata, Robson, Túlio Bambino e Zé Carlos Garcia.
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